Árvores num mapa? – o caso de Nova York

cadastro_arboreo
Nota prévia: Tadim perdeu, sem aviso, consulta ou nenhum tipo de esclarecimento, três árvores de médio e grande porte no decurso de 2016, uma delas na intersecção da Rua General Humberto Delgado com a Rua 25 de Abril [Casa do Povo] e duas no Largo da Igreja.

Não nego: tenho uma certa inveja de cidades onde as árvores são e estão criteriosa e geograficamente cadastradas – quantas são, quais são, onde estão!

Verdade é que uma população que não “conhece” e se relaciona com o território que habita, verdadeiramente não o conhece e, não o conhecendo, não o administra de forma eficaz.
E penso que nós, os de Braga, nos encontramos neste patamar: conhecemos mal o território que habitamos, não temos para ele políticas concretas de médio e longo prazo.

No caso concreto da relação de Braga-cidade com o seu património vegetal, parece-me que vivemos num permanente caos de “violência doméstica”.

Braga-cidade detesta árvores. Imagino porque estas não dão lucro, tanto lucro como, por exemplo, os painéis de publicidade, as plaquinhas de sinalização das lojinhas dos amiguinhos do status quo.

Quando se começará, finalmente, um cadastramento da mancha verde da cidade? Três anos de “tempo novo” não era já o tempo suficiente para, pelo menos, se ter dado o primeiro passo?

À vossa consideração.

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