O 25 de Abril e o Analfabetismo que Não Cessa

educacao_para_adultos_precisa-seNão deixa de ser triste e deprimente, volvidos 40 anos da revolução de Abril, continuar a grassar o analfabetismo em Portugal.
Insistindo num muito pobre exercício de má comunicação com os seus fregueses,  a Junta de Freguesia de Tadim dá hoje conta que as se comemoram “40 anos do 25 de Abril de 1974.” Ficamos assim a saber que haverá uma Sessão Solene, no Largo do Carmo, “onde se evitará Salgueiro Maia“.

Dúvidas minhas: quem administra o dinâmico site da JF lê o que ali se publica? Ao contrário de muitos outros textos em que é citada a fonte (nem que a mesma seja a própria JF), este texto é extraído de algures? Foi criado de raiz com base em informação pública? Que significado oculto poderá ter a expressão “evitar Salgueiro Maia?”

Por mim, continuarei a defender o inexpugnável direito à escolarização, ao bom ensino da língua portuguesa, ao ensino para adultos, hoje e sempre.
Não quero ser governado por analfabetos!

Nota: o texto citado foi corrigido uma hora depois da publicação deste post.
Sugestão: dado que se divulgam as comemorações oficiais do 25 de Abril – que acontecem em Lisboa, a 350 km de Tadim, – porquê ignorar as comemorações levadas a efeito em Braga, a 7 km da freguesia, e município ao qual Tadim pertence?

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3 comentários a “O 25 de Abril e o Analfabetismo que Não Cessa”

  1. Então analfabetismo é a troca fortuita de uma palavra? Caro Dario, não seja ignorante (também um problema que não cessa nos dias que correm), e não seja leviano com problemas sérios como um dia o analfabetismo foi no nosso Portugal. Arranje algo mais interessante para fazer do que passar a vida a vasculhar o site da jf Tadim! Pode ser que assim deixe de achar que tudo o que é corrigido no site seja fruto da sua mais que necessitada intervenção, em alertar os cidadãos deste mundo dos malogrados ‘infortúnios’ que julga que esta gente anda a cometer.
    O direito à escolarização não é algo que se complementa apenas pelo ato de ler e escrever. É muito além disso. Aprende-se também a ser um cidadão coerente e integrar-se corretamente na sociedade, a ser um elemento ativo nesta e não apenas um elemento passivo escondido num site, em algo tão material como é isto que você vai fazendo por aqui. Faça algo interessante com o seu (quase) espírito crítico e apareça na próxima assembleia para fazer valer os seus interesses enquanto tadinense (? julgo que o seja).

  2. Caro cidadão-escondido-atrás-de-um-teclado,

    Subscrevo alguns dos seus pontos de vista; não subscrevo outros.
    Obrigado pela participação, uma cidadania activa e salutar é também feita de pedacinhos assim.

    Nada mais a declarar. Volte sempre,

    ds.

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